A melhoria da saúde mundial requer a cooperação de todos. Os países pobres devem combater o estigma, melhorar o rigor dos dados relativos a taxas de infecção e ainda conceber estratégias agressivas de prevenção e de tratamento. Falta ainda:
- implementar uma abordagem multissectorial a longo prazo e que assente em planos nacionais contra a SIDA;
- reforçar as ligações entre as intervenções relacionadas com o VIH/SIDA e os cuidados de saúde sexual e reprodutiva, a fim de reduzir os comportamentos de risco e as infecções sexualmente transmissíveis;
- aumentar o acesso aos preservativos, tanto masculinos como femininos;
- garantir um financiamento previsível e sustentável;
- executar programas de prevenção do VIH em grande escala e garantir o acesso universal ao tratamento do VIH/SIDA por parte dos homens e das mulheres;
- criar sistemas de saúde nacionais viáveis, que garantam uma cobertura universal dos cuidados básicos, que prestem serviços de qualidade e que retenham pessoal de qualidade;
- aumentar substancialmente os fundos destinados à investigação e ao desenvolvimento de medicamentos;
- aumentar o financiamento aos programas da OMS para combater a tuberculose e a novas actividades de investigação sobre uma vacina;
- assegurar um financiamento de intervenções fundamentais no contexto da parceria “Fazer Recuar a Malária”, a fim de pôr termo à mortalidade imputável a esta doença até 2010, em África;
- atribuir fundos suplementares à parceria mundial a favor de medicamentos essenciais a custos acessíveis.