A falta de saúde reduz a produtividade e o rendimento, o que por sua vez agrava os problemas de saúde, porque as pessoas não têm rendimentos para uma alimentação, habitação e tratamento adequados. A SIDA em particular tem um impacto de grande alcance, modificando o tecido social e económico da sociedade africana, dado que as suas vítimas se encontram frequentemente nos seus anos mais produtivos.
Tanto os países ricos como os países pobres estão mais seguros e são mais saudáveis quando previnem as doenças transmissíveis de fácil propagação transfronteiriça. Embora lutar contra estes fenómenos de saúde globais seja um desafio tremendo, o esforço concertado dos doadores e beneficiários de Ajuda Pública para o Desenvolvimento (APD) mostrou-se eficaz no passado: a varíola foi erradicada e a poliomielite já não assola a América Latina e as Caraíbas.