Os Governos têm que dar prioridade ao financiamento das intervenções a nível da saúde básica, de modo a que o sistema nacional de saúde possa providenciar um acesso à saúde mais completo às crianças e suas famílias, independentemente da sua localização ou estatuto socio-económico. Campanhas de educação para a saúde devem continuar, para disseminar conhecimento sobre práticas básicas de saúde como o aleitamento materno, água potável e redes mosquiteiras.
Os países ricos e os doadores devem apoiar iniciativas de cuidados de saúde nos países pobres e providenciar os fundos necessários, através da ajuda pública para o desenvolvimento (APD) ou do perdão da dívida externa – para ajudar os governos daqueles países a oferecer serviços de saúde essenciais.
A APD para os cuidados de saúde aumentou nos últimos anos, graças aos gastos na luta contra o VIH/SIDA. Quando a APD destinada à luta contra o VIH/SIDA não é contabilizada, as despesas em cuidados de saúde destinados aos pobres – incluindo cuidados de saúde básicos e melhoria das dietas de mulheres grávidas –, mostram que na realidade houve um decréscimo no investimento.