A pobreza extrema e a fome crónica tornam o desenvolvimento de qualquer pessoa ou país muito mais difícil. A pobreza leva à subnutrição e a doenças várias, que reduzem o rendimento e a produtividade económica que, por seu turno, amplifica a pobreza e a fome - porque as pessoas não conseguem ter uma alimentação saúde e habitação adequadas, nem investir na educação das suas crianças ou ter o seu próprio negócio.
Esta "armadilha da pobreza" também causa impacto nas perspectivas de desenvolvimento a nível macroeconómico: sem actividade económica e um sistema fiscal de base, os governos não podem investir nas suas populações e os investidores estrangeiros receiam quaisquer compromissos financeiros.